Pisando nos pastos distraído

Quinze anos depois, muitas Europas depois, muitas derrotas, muitas conquistas, muitas baladas, muitas ragazzas, muitas chicas, muita plata, muito tudo depois.

Quem jogou na rua sabe: um boleiro é e será sempre um boleiro – um menino e seu brinquedo.

Prendeste os meus dois e mais outros milhões de olhos hoje. Estás de volta ao Brasil que lhe criou, na imensidão dos campos centrais do Planalto, para bater uma pelota a mais contra a dor.

Está de volta um menino que teimam em chamar de astro e um astro que teima em ser menino, para brincar na grama e enlouquecer quem não se engana: nosso coração é um rachão de alegrias e drama.

Velho, gordo, gênio ou Fenômeno? És tudo e mais um pouco e pouco importa, pois hoje, corintiano ou não, cada brasileiro se refaz. E aos corintianos, resta o riso fácil, a alegria e o prazer de ver vestindo o manto talvez o maior de todos, depois de Pelé.

~ por Frederico Duarte em março 5, 2009.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s

 
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.